Ep. 12 — Chief as a Service: Uma nova forma de gerar valor para as Startups
Nat Lazarini entrevista Alexandre Waclawovsky (Wacla), founder da Sênior 45!60 e conhecido como o Jurassic do CMO as a Service compartilha sua experiências e aprendizados com um modelo que pode transformar o formato de contratação de especialistas pelas Startups. Como muito bem dito "Usamos da experiência para gerar valor e conhecimento ágil para Startups" confira esse episódio e compartilhe conosco sua experiência e opinião. Perfil Alexandre: https://www.linkedin.com/in/wacla/ PodCast do Alexandre: oLadoi Perfil Nat Lazarini: https://www.linkedin.com/in/natalialazarini/
Resumo
O episódio explora o conceito de “Chief as a Service” (CxO as a Service) como uma alternativa prática para startups acessarem liderança sênior sem o custo e o risco de uma contratação tradicional. A host Nati conduz a conversa com Alexandre Vacca, que conta sua transição do mundo corporativo (26 anos em multinacionais liderando marketing, inovação e transformação digital) para o universo de startups. Ele descreve o choque de sair de estruturas abundantes para ambientes de escassez, onde é preciso “fazer” de verdade e operar com recursos limitados. A tese central é que o modelo acelera decisões e execução, reduzindo o tempo gasto em tentativas erradas. Alexandre posiciona o Chief as a Service como diferente de consultoria: em vez de apenas orientar, ele entra para executar e destravar prob
Destaques
- Chief as a Service não é consultoria por hora: é um modelo orientado a desafios concretos, com execução e responsabilidade por resultados.
- O briefing do founder frequentemente aponta o sintoma, não a causa; um período de “mergulho” (2–3 semanas) ajuda a identificar o problema real que trava o crescimento.
- Contratos curtos (3 meses como padrão) reduzem risco para a startup e criam uma janela clara para provar valor, ajustar escopo e decidir por renovação.
- O valor não é apenas entregar; é transferir conhecimento para o time interno “pelo fazer”, deixando processos e competências que continuam após a saída.
- Startups se beneficiam de líderes experientes para elevar governança e credibilidade (inclusive para investidores), especialmente em fases como pré-seed/seed rumo à Série A.
- Um dos maiores bloqueios é comportamental: ego, microgerenciamento e falta de vulnerabilidade podem fazer o founder virar o teto de crescimento.
- O modelo tende a funcionar melhor quando há alinhamento de propósito e disposição para arregaçar as mangas em contexto de escassez (pouco budget, poucos recursos, alta urgência).
Tópicos: Chief/CxO as a Service (CMO/CRO/CTO as a Service) para startups, Diferenças entre consultoria, mentoria e execução (hands-on), Contratos de 3 a 6 meses, diagnóstico e transferência de conhecimento, Cultura, vulnerabilidade e ego do founder como limitadores de crescimento, Escassez, colaboração e aprendizado acelerado no ambiente de startups
Citações
- “eu não gosto da palavra consultora comparada com que eu faço porque eu consultor ele vem ele vai olhar o teu contexto e te dar uma direção ele não vai fazer eu sou um fazedor” — Alexandre vaca
- “se você não consegue se provar em três meses opa não rolou então o risco para um falder é pequeno” — Alexandre vaca
- “a escassez na Startup ela gera uma colaboração ativa” — Alexandre vaca
- “o empreendedor ele é o sol só que o sol do mesmo jeito que ele ilumina se ele fica muito perto ele queima” — Alexandre vaca