Ep. 25 — Como a Estratégia de Comunidades transforma Eventos em Maquinas de Negócios.
Neste episódio, revelamos a estratégia que as maiores marcas estão usando para transformar eventos pontuais em máquinas contínuas de engajamento, conexão e geração de novos negócios: a Comunidade. Você vai descobrir como o Efeito Multiplicador das comunidades impacta o ROI, aumentando exponencialmente a venda de ingressos, a lealdade dos participantes e a taxa de conversão pós-evento. Pare de organizar shows e comece a construir uma rede de negócios duradoura. Sobre o evento Innpulse: https://innpulseforum.com.br e Rede+:https://gruporedemais.com Conheça a Philos, consultória em Gestão e Mkt de Comunidade: www.philos.cc www.confra.cc Linkedin: Carol Nimba:https://www.linkedin.com/in/carol-nimba-b852131aa/ Natália Lazarini: https://www.linkedin.com/in/natalialazarini/
Resumo
O episódio explora como uma estratégia de comunidades pode transformar eventos em máquinas de negócios, conectando relacionamento, geração de valor e receita de forma sustentável. A host Natália (Confraria/Confra Hub/Filos) apresenta o case do Grupo Rede Mais e do Impulse, liderado por Carol Nimba, como exemplo de comunidade construída com intencionalidade, propósito e método. Ao longo do papo, as duas reforçam que comunidade não é ferramenta nem “grupo de WhatsApp”, e sim uma engrenagem de crescimento que nasce do backoffice: onboarding, nutrição, rituais e indicadores. O encontro também posiciona o Impulse Fórum como o “ponto de encontro presencial” que dá continuidade ao relacionamento durante o ano. Carol Nimba compartilha sua jornada e contexto dentro do Grupo Rede Mais, que opera em
Destaques
- Comunidade não é canal (WhatsApp/plataforma); é resultado do trabalho de backoffice: onboarding, nutrição, relacionamento e clareza de proposta de valor.
- Segmentar comunidades por stakeholder (especialistas, líderes de projeto, startups, corporate, investidores) aumenta a relevância, mas o valor exponencial surge ao conectá-las entre si para gerar oportunidades e receita.
- Eventos deixam de ser “pontuais” quando existe comunidade antes e depois: o presencial vira ponto de encontro, enquanto o online sustenta consistência e alcance nacional.
- Para reter e desenvolver talentos, a comunidade pode operar como trilha de evolução (ex.: níveis e “plano de carreira” para líderes de projeto), aumentando engajamento e qualidade das entregas.
- Comunidade precisa estar no planejamento estratégico e ter mensuração (KPIs/OKRs) para sustentar investimento e demonstrar impacto — inclusive metas de valor gerado em rede.
- A tendência é as empresas perceberem que já têm comunidades informais e passarem a tratar isso como estratégia de crescimento, cultura e relacionamento com todos os stakeholders, não só clientes.
- A ferramenta é apenas o meio; a diferenciação está em gerar valor contínuo, criar embaixadores/defensores da marca e transformar relacionamento em negócios sustentáveis.
Tópicos: Estratégia de comunidades como motor de crescimento e marketing, Construção e operação de comunidades (onboarding, nutrição, rituais e cultura), Comunidades conectando corporate, startups, especialistas e investidores (open innovation), Eventos com comunidade: Impulse Fórum como ponto de encontro e geração de negócios, Métricas e governança: KPIs, OKRs e geração de valor em rede
Citações
- “comunidade, né, Carol, é estratégia de negócio, comunidade é estratégia de marketing, né? Comunidades é a estratégia de retenção de talentos. Comunidades é a estratégia de crescimento e de inovação.” — Natália
- “o grupo do WhatsApp, a plataforma, ela é um reflexo do trabalho que a gente faz no backoffice, né?” — Caronimba
- “gente, conexão é legal, networking é legal, mas precisa gerar receita, né, para que o negócio se mantenha sustentado.” — Caronimba
- “Ferramenta não é o o que decide a consistência de uma comunidade, não é através da ferramenta.” — Natália
- “comunidade é estratégia de marketing, gente.” — Caronimba